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A COZINHASERTANEJA

A comida do peão de boiadeiro

Silvia Corrêa Petroucic

PREFÁCIO 

A Cozinha Sertaneja não é apenas um livro de receitas, o que já seria ótimo. É um importante

 

registro escrito do nosso folclore regional, com o qual Silvia, generosamente, nos presenteia.

Somos, ambas, ilhas de Barretos, lugar em que toda a gente se conhece. Nossos pais,parceiros de longa data nas distrações de cidade pequena, trocavam inormações sobrenossas andanças, dando-nos a impressão de proximidade, mesmo quando cada umatrilhava um caminho dierente, mais longe ou mais perto dali.Assim, bastou-me pouco tempo para identiicar, na proposta deste livro, a mulher atentae determinada, que não se intimida diante dos desaios. Silvia se introduz com corageme sensibilidade, neste que é um assunto de homens: o universo particular do peão deboiadeiro. Nos conduz pelo roteiro das comitivas, do qual a mulher, tradicionalmente, nãoaz parte. Nos encanta e emociona quando compartilha conosco suas impressões sobrea vida do peão, sua lida, seus costumes e prazeres. Relatos que azem deste livro umasaborosa viagem.Leila M.Y. Kuczynski

Leila é autora do livro “Líbano, Impressões e Culinária” e proprietária do restaurante Arábia, em São Paulo.

APRESENTAÇÃO 

Nasci e vivo em Barretos, cidade que cresceu em torno de rigoríicos, onde o olclore, astradições e a culinária estão intimamente ligados à vida do peão de boiadeiro. Tanto que,todo agosto, acontece aqui a Festa do Peão de Boiadeiro, uma das maiores e mais amosasdo mundo, no gênero.Talvez por associar o abate do boi ao churrasco, o povo que nos visita ique decepcionado

ao constatar que não temos tantas churrascarias como esperavam. Acabou me incomodando

 ter sempre que explicar que nossos pratos típicos derivam, principalmente, da comidaeita pelos boiadeiros durante as viagens, no ogo de chão improvisado. É o arroz decarreteiro, o eijão gordo, a paçoca de carne. Das azendas onde moravam os peões,ou que lhes serviam como ponto de pouso, herdamos os pratos com rango: galinhada,rango com guariroba; eijão tropeiro e as quitandas de milho.Apenas de alguns anos para cá, o churrasco entrou, deinitivamente, em nosso cardápio.Feito nos quintais ou na calçada, em tardes preguiçosas, tornou-se um hábito barretense.Tem características próprias, que reletem o desenvolvimento tecnológico conquistadopelos rigoríicos daqui.Além da preocupação com as origens da culinária regional, outro motivo me levou a entrarno cotidiano da cozinha. Minha rotina de trabalho como psicóloga soreu um abalo quandominha cozinheira, Carmo, anunciou que ia se aposentar, após dezessete anos de idelidade.Depois de tanto tempo, precisei mergulhar o espírito e, literalmente, as mãos em minhasgavetas de receitas a im de preparar sua sucessora.De repente, me dei conta de que ali estava toda uma vida. Cadernos herdados das avós,

recortes de revistas e jornais, receitas copiadas à mão em pedaços de papel. Pensei

que a duração de um casamento poderia ser calculada pelo número de gavetas de receitas,

assim como pelas acas de pão. Quantos anos precisei para encher cada gaveta?Uma aca, bem sei, dura dez anos. Já estou na quarta.Tive vontade de partilhar minhas relexões, minhas vivências, os aromas e saboresculinários de minha terra, rica em olclore e tradições tão pouco conhecidas.Assim nasceu esse livro.Silvia Corrêa Petroucic


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